quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Petição


A investigação encoberta do PETA que durou nove meses encontrou centenas de cães, gatos e coelhos que foram submetidas a tratos abusivos, negligência e condições de vida miseráveis no Professional Laboratory and Research Services, Inc. (O PLRS)-a Corapeake, laboratório de contrato baseado na Carolina Norte. Indústrias gigantes como a Bayer, Eli Lilly, Pfizer, Novartis, Schering-arado (agora Merck), Sargento, Wellmark, e Merial, os fabricantes de pulga de Linha de Frente e produtos de marca — estão entre as corporações que pagaram para alimentar à força compostos experimentais a cães e gatos e produtos químicos para a pele dos animais.

A investigação de PETA revelou que cães, os gatos, e os coelhos usados sofreram de doenças não tratadas, danos, queimaduras, e que muitos animais foram cobertos de chagas porque eles não podiam evitar a urina juntou nas jaulas. Muitos animais nestes locais freqüentemente demonstravam comportamento anormal induzido por stress, resultado da inquietude e do aborrecimento. Os animais muitas vezes eram obrigados a sentar-se nos seus próprios resíduos, e muitos foram borrifados com água sanitária e outros produtos químicos agressivos quando as jaulas em que eles eram guardados foram limpas enquanto os animais ainda estavam dentro.
Um supervisor disse que as chagas não tratadas foram "somente a parte da vida ..." no laboratório.

O investigador de PETA também documentou empregados dando chutes, arrastou os animais e lançou-os com força nas gaiolas. Os Coelhos eram rudemente agarrados e levantados pelas suas orelhas, além de xingar os animais, chamando-os nomes como "bundão", "puta" e "filho da puta".


Os animais foram usados em testes cruéis e dolorosos. Em um experimento que foi conduzido para uma corporação principal cujos produtos são estocados na lojas em todo o país, um produto químico de teste foi aplicado no pescoço de 57 gatos. Os gatos expuseram reações adversas e severas naquele dia, sofrendo e sangrando pelo nariz e boca. Apesar das reações extremas e óbvias, os gatos foram expostos ao produto químico pela segunda vez no mesmo dia. Os coelhos eram intencionalmente e repetidamente obrigados a "vestir" uma cápsula que continha milhares de carrapatos e depois foram mortos.

Por favor, seja uma voz dos animais quem estão sofrendo. Tome um minuto do seu tempo hoje para incitar as companhias farmacêuticas que estão conduzindo o negócio cortar seus vínculos com laboratórios que fazem testes desta maneira.

Colocar o assunto e suas palavras no e-mail encaminhado ajudará a chamar a atenção. Mas por favor, sejam educados e evitem agressões verbais.


Ajude, assinando aqui. O link levará ao site, com a petição e o texto original.


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Mitos do vegetarianismo



Baseado em um artigo de Carol Wiley para a Vegetarian Times



Grande Mito Número Um de Todos os Tempos: Vegetarianos não obtêm proteína o bastante.

Realidade: Vegetarianos obtêm bastante proteína. O que os vegetarianos não obtêm - a menos que se entupam de queijo e ovos - é a proteína em excesso, já tradicional na dieta comum, um excesso que leva à sobrecarga nos rins e doenças decorrentes de deficiência mineral, como a osteoporose. O que nos leva ao ...

Grande Mito Número Dois: Vegetarianos (e especialmente os vegans) não obtêm
cálcio o bastante.

Realidade: Seus amigos não-vegetarianos estão realmente preocupados com isso pois, afinal de contas, seus dentes vão cair porque você não toma leite e eles não vão querer andar com um(a) banguela. Mas os vegetarianos e vegans não apenas obtêm cálcio o bastante, como também absorvem mais cálcio do que as pessoas sob dietas comuns de muita proteína. Isso acontece porque a proteína em excesso inibe a absorção de cálcio.


Mito "Mas galinha você come, não come?": Vegetarianos comem peixe e frango.

Realidade: Eles não comem (E por falar nisso, quem inventou esses termos paradoxais como "pisci-", "pesco-" ou "pisco-vegetariano" ou "polo-vegetariano" ?) Para muitas pessoas que estão tentando se tornar vegetarianos, o peixe e o frango podem ser alimentos de transição, mas não são alimentos vegetarianos. Antes que nos acusem de estarmos julgando os outros, compreenda que isso é questão de definição. Muitas situações constrangedoras poderiam ser evitadas se todo mundo entendêsse que a palavra "vegetariano" significa alguém que não come carne, peixe ou frango. Imagine um jantar na casa do chefe, e a esposa dele preparou um pescado à fiorentina só para você - esse tipo de situação ...

Mito "Eles amam os animais": Todos os vegetarianos são ativistas pelos direitos dos animais.

Realidade: De acordo com a nossa pesquisa, a maioria se torna vegetariana por motivos de saúde; a segunda razão mais comum é pelos animais. Nem todos nós lutamos contra o uso de peles, mas cada um de nós ainda poupa muitos animais.

Mito Hippie: Vegetarianos são os hippies restantes dos anos 60 que praticavam religiões orientais esquisitas e a qualquer minuto vão voltar para o retiro espiritual.

Realidade: Até há alguns. Ao mesmo tempo que há vegetarianos que meditam em posição de lótus todos os dias, também há os que trabalham no mercado financeiro e que amam cada minuto capitalista de sua vida. Há até os vegetarianos que escolhem a carreira militar. O fato é que há mais tipos de vegetarianos do que marcas de automóvel. Certamente alguns gostariam de retornar para uma vida no campo, mas isso estragaria as unhas feitas das mulheres vegetarianas, o que nos leva ao ...

Mito do Feminismo: A maioria dos vegetarianos é de mulheres.

Realidade: É verdade. A maioria dos vegetarianos é de mulheres. Mas notemos que os homens da nossa sociedade ainda não são machos o suficiente para serem vegetarianos. A ingestão da carne é relacionada com masculinidade e virilidade (se fosse só isso Viagra estaria encalhado); valores como a não-violência e gentileza são percebidos como femininos. Mas não mencione isso perto do fisiculturista Andreas Cahling ou os poucos milhões de outros homens vegetarianos.

Mito do Esquerdismo: Todos os vegetarianos são de esquerda.

Realidade: Ayatollah Khomeini, um vegetariano, dificilmente poderia ser considerado de esquerda. A verdade é que os vegetarianos estão espalhados por todo o espectro político. Em uma pesquisa nossa muito informal e a-cientîfica, mais dos nossos leitores disseram ser de esquerda do que de direita.

Mito dos Fanáticos por Saúde: Vegetarianos seguem as dietas da moda, mantêm os laboratórios de vitamina ricos, vão à lojas de produtos naturais e só comem algas, tofu e granola.

Realidade: Alguns vegetarianos tomam suplementos de vitamina e outros nem conseguem mais se lembrar de quando foi o último suplemento que tomaram. A maioria de nós já comeu tofu, granola ou algas uma vez ou outra, e já visitou uma loja de produtos naturais. Também há aqueles para os quais um pacote de Miojo com Parmesão e uma Coca-Cola é uma boa. Depende do indivíduo.

Mito do Risco: Vegetarianos não obtêm uma dieta equilibrada. Eles arriscam sua saúde pelos seus princípios.

Realidade: um estudo recente demonstra que em qualquer dia, a maioria das pessoas não come um único vegetal. E o que é pior, desses que comem um único vegetal, a maioria come batatas (fritas, é claro). Não há nada errado com batatas, mas isso indica que a maioria das pessoas não come mais do que carne e batatas. Agora, quem é que disse que os vegetarianos não comem uma dieta equilibrada ?

Mito da Combinação de Proteínas: Vegetarianismo é muito complicado. Tem que ficar combinando os alimentos para obter toda a proteína e nutrientes necessários e depois passar horas na cozinha preparando a comida.

Realidade: A teoria combinação de proteínas já foi desbancada. E preparar uma refeição vegetariana não leva mais tempo do que uma refeição de carne, e muitas vezes leva ainda menos tempo - pergunte a quem já fez um assado de frango ou peru.

Mito do "Eles não podem comer fora": Vegetarianos nunca comem em restaurante e não se pode convidá-los para almoçar ou jantar.

Realidade: Embora existam pessoas que não se possa levar a lugar nenhum, os vegetarianos não estão nessa categoria. Existem vários restaurantes típicos ou não que servem arroz com feijão, falafel, massas com molhos de tomate entre outras coisas. Se tudo isso falhar, dificilmente um restaurante vai deixar de preparar uma salada ou um prato de vegetais cozidos no vapor. É verdade que não dá para levar um vegetariano para comer um hambúrguer. Mas convidá-los para jantar não deveria ser um problema. Durante séculos, muitas culturas têm sido vegetarianas; certamente haverá um prato em toda a História que possa ser preparado para um amigo(a) vegetariano(a).

Mito do Crianças-precisam-de-Carne: Vegetarianismo é para adultos, mas crianças precisam de carne para crescer.

Realidade: Não, elas não precisam. E crianças não precisam de ovos e nem de leite e derivados. Vários estudos comprovam isso.

Mito da Saúde: Vegetarianos vivem doentes. Ou o oposto: Vegetarianos nunca ficam doentes.

Realidade: A primeira vegetariana do tipo doente que encontrei, me disseram que ela ficaria bem se comesse um bife de vez em quando. Anos depois eu descobri que o problema dela não tinha nada a ver com dieta. Como os que comem carne também, alguns vegetarianos ficam doentes enquanto outros nunca ficam doentes. No entanto, em geral, os vegetarianos são muito menos sujeitos às doenças do excesso - ataques do coração, câncer de seio, osteoporose - que atingem a civilização ocidental, porque essas doenças são
resultados da dieta de alto nível de proteína e gordura. Contudo, a maioria dos vegetarianos ainda pega uma gripe ocasional.

E finalmente, o Mito dos "Vegetarianos-são-fanáticos-intolerantes": Vegetarianos julgam os outros e discutem vegetarianismo com qualquer um a qualquer hora em qualquer lugar.

Realidade: Certo, nós colocamos esses assassinos de animais insensíveis que não sabem de nada na defensiva. Mas como se pode continuar a comer carne quando volta e meia somos informados de como os animais são maltratados, como o consumo da carne pode prejudicar nossa saúde e como a produção da carne destrói o meio-ambiente, ... ops, me deixei levar...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Estranhas Pesquisas



Desenvolver super-soldados como o mutante Wolverine - personagem do filme lançado recentemente X-Men Origins: Wolverine - e aperfeiçoar a tecnologia militar são sonhos perseguidos incessantemente pelos Estados Unidos desde o século XX.

De lá para cá, o governo americano promoveu diversas experiências reais e chocantes, já que grande parte delas utilizava o próprio ser humano como cobaia. Veja abaixo as dez pesquisas mais estranhas na busca pela evolução da ciência de guerra, segundo o site Live Science.

Armadura interna
A produtora de entretenimento Marvel, criadora do personagem Wolverine, interpretado no cinema pelo ator Hugh Jackman no filme X-Men - Origins, não se distancia muito da realidade no que diz respeito às tecnologias militares que podem - e estão sendo - desenvolvidas para a utilização humana.

O super-herói conhecido pela resistência física, velocidade e suas garras retráteis indestrutíveis reflete o que o governo americano tem aprimorado na ciência da guerra, com invenções que poderiam ser adotadas pelos soldados de combate, estudadas agora pela Agência Americana de Pesquisa e Projetos de Defesa (Darpa, na sigla em inglês).

A intenção é estudar formas de capacitar o homem com habilidades dos animais, como a possibilidade de voar em altas altitudes e a capacidade - como a do leão-marinho - de redirecionar o fluxo sangüíneo de um órgão a outro durante mergulhos profundos para equilibrar a demanda de oxigênio no organismo.

"Não posso aceitar que nossos soldados não possam superar um inimigo fisicamente!", disse Michael Callahan, que lidera o Darpa nos Estados Unidos.

A intenção é fazer de soldados vários Wolverines, com resistência a todos os tipos de condições, incluindo imunidade ou capacidade de sobrevida em casos de doenças infecciosas ou contato com contaminações químicas, biológicas e armas radioativas, além de temperaturas e altitudes extremas. Ou seja, transformar o ser humano em uma espécie de mutante.

Guerreiro 24 horas
O sono pode ser o pior inimigo de um soldado, seja durante um longo dia de batalhas, seja durante um exaustivo vôo cruzando o mundo. Mas diversas frentes militares adotaram o uso e a distribuição de pílulas estimulantes, como as anfetaminas.

O mais recente recurso está sendo testado e implementado entre as forças armadas. O Provigil permite que um soldado fique acordado por até 40 horas seguidas sem efeitos colateriais. E o Darpa continua financiando novos estudos para o desenvolvimento de drogas e técnicas para combater o cansaço, dentre elas, até a estimulação magnética cerebral.

Visão Psíquica
Videntes podem não ter muita credibilidade entre os cientistas, mas o Pentágono gastou aproximadamente US$ 20 milhões, entre 1972 a 1996, na aplicação de testes extrassensoriais (ESP, na sigla em inglês) para o desenvolvimento de capacidades como a visualização remota. Observadores remotos seriam capazes de rastrear a localização geográfica de locais jamais descobertos, como abrigos nucleares e bunkers.

Pulverização a gás
As ameaças de guerra química e biológica levaram os Estados Unidos, através do seu Departamento da Defesa, a iniciar o Projeto 112, desenvolvido nas décadas de 60 e 70. Parte do esforço envolvido foi feito com a pulverização de diferentes navios e centenas de marinheiros com armas químicas a fim de testar a eficácia dos procedimentos de descontaminação e as medidas de segurança daquela época.

Em 2002, o Pentágono revelou os detalhes do projeto e dos efeitos causados na saúde dos velejadores veteranos que participaram da iniciativa. Este foi apenas um dos muitos testes para verificar o que poderia ocorrer em caso de uma guerra química que foram experimentados e conduzidos pelos militares americanos, cujas experiências começaram ainda na Segunda Guerra Mundial, aplicadas com gás de mostarda.

Guerra alucinógena
Drogas psicoativas, como a maconha e o LSD, também poderiam se tornar "armas químicas" usadas para afetar soldados inimigos, segundo pesquisadores. Para analisar os efeitos de psicotrópicos na performance dos soldados, o exército americano testou em voluntários algumas das drogas de 1955 a 1972. Uma delas foi o benzilato quinoclidinilo, que tem efeito sonífero, cuja aplicação foi testada em artilheiros.

Em 1981, novamente, a Academia Nacional de Ciências realizou um estudo sobre o assunto, que está relatado no livro Guerra Química - Segredos Quase Esquecidos, do psiquiatra James Ketchum, de 2007.

Quase na velocidade do som
Quando a Força Aérea dos Estados Unidos tinha a intenção de descobrir até qual altitude os pilotos seriam capazes de sobreviver, as atenções se voltaram para o capitão Joseph Kittinger Jr.. O militar ficou famoso por participar do projeto Excelsior, onde saltou de um balão de hélio a uma altura de 31,3 km (o equivalente a 102,8 mil pés), no dia 16 de agosto de 1960, no deserto do Novo México.

O programa, iniciado na década de 1950, consistia em uma série de saltos com o objetivo de testar um sistema de pára-quedas mais confiável para ejeções em grandes alturas e velocidades.

A queda livre do piloto durou cerca de 4 minutos e 36 segundos, alcançando a velocidade máxima de 988 km/h (614 mph) antes de abrir o pára-quedas - a barreira da velocidade é de 1.148 km/h (714 mph). Ele também ficou exposto a temperaturas de até -70°C. Além disso, Kittinger bateu os recordes de maior altitude alcançada por um balão, maior altitude de um salto, maior queda livre e maior velocidade atingida por um homem na atmosfera.

Porquinhos-da-índia pacifistas
A maioria dos soldados americanos não se inscreveu na série de estudos sobre guerra biológica realizado pelo governo americano em um projeto secreto chamado "Operação Whitecoat". Exceto aproximadamente 2,3 mil jovens Adventistas do Sétimo Dia. Em uma interpretação literal da Bíblia ("Tu não matarás"), os religiosos se candidataram para servir de cobaias, no lugar de porquinhos da índia, para desenvolver vacinas contra armas biológicas.

Alguns voluntários recordaram que durante vários dias sentiram febre, calafrios e dores profundas devido às experiências com doenças, como a denominada Febre Q. No entanto, nenhum participante morreu durante os testes, realizados em Fort Detrick, no Estado de Maryland, entre os anos de 1954 e 1973.

Trenó com foguetes
Antes do homem poder se lançar ao espaço e à Lua, os primeiros testes com foguetes foram realizados no solo terrestre na busca por entender os efeitos das forças de aceleração e desaceleração no organismo humano. Para isso, os cientistas da Nasa, agência espacial americana, desenvolveram o "desacelerador humano", chamado de Gee Whiz, que consistia em um trenó com propulsão por foguetes colocado sobre uma pista com trilhos de 610 m e um poderoso sistema de frenagem de 14 m.

Em 1954, o escolhido pela Força Aérea Americana para medir a resistência humana a grandes acelerações foi o coronel John Stapp. Ao todo, ele realizou 29 corridas experimentais, alcançando velocidades até então inatingidas de 1017 km/h, na base aérea de Hollomon, no Estado do Novo México. Por conta dos testes, Stapp sofreu inúmeras lesões, incluindo membros e costelas quebrados, descolamento de retina e outros traumas, como o rompimento de vasos sanguíneos dos seus olhos.

Vacina de plutônio
Quando os Estados Unidos se apressaram para construir a primeira bomba atômica perto do final da Segunda Guerra Mundial, os cientistas ainda buscavam mais conhecimentos sobre os riscos do plutônio. O primeiro teste foi realizado em 10 de abril de 1945, com a injeção do elemento radioativo na vítima de um acidente de trânsito em Oak Ridge, Estado do Tennessee, para ver quanto tempo demorava até que seu corpo se livrasse da substância.

Esse foi apenas o primeiro de 400 experimentos em homens que incluíram análises dos efeitos biológicos da radiação em diferentes doses e possíveis tratamentos para o câncer. O Departamento de Energia nacional publicou os registros da pesquisa somente em 1995.

Visão noturna
A Marinha dos Estados Unidos queria aperfeiçoar seus soldados, desenvolvendo a sua capacidade de visão noturna para que pudessem enxergar raios infravermelhos durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, os olhos humanos não são capazes de captar esses sinais, já que não são tão sensíveis. Apesar disso, os cientistas sabiam que a vitamina A poderia melhorar a recepção de imagem nos olhos e deram início às pesquisas para criar uma substância alternativa para alcançar a visão noturna.

Os voluntários foram alimentados com suplementos à base de fígado de peixe e, depois de alguns meses, a iniciativa obteve resultados. Os participantes ficaram com a visão modificada e capaz de captar os sinais infravermelhos. Porém, a chegada dos óculos de visão noturna - desenvolvido pouco tempo depois por outros pesquisadores - fez com que o método pioneiro fosse deixado de lado.

sábado, 4 de setembro de 2010

Vídeos de UFO's

Esses dias assisti um documentário na casa de um amigo. As coisas que mostram ali são realmente IMPRESSIONANTES.
Assumo que não sou um dos que tem paciência para ver algo em três... quatro... dez partes, mas este me chamou muito a atenção.
Querem uma recomendação? Assista tudo! Nem que seja uma parte por dia. Houve momentos que arrepiei assistindo.
O que você acha? Eles existem? Têm a forma humana como nós? Andam por aqui?


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Agradecimentos


Costumo sempre agradecer tudo que fazem por mim.
Aliás, agradecer é pouco perto do que realmente gostaria de fazer.
Ainda há muito o que melhorar e conto com a ajuda de vocês.
Comentem! Opinem!
Eu apenas faço aquilo que vocês mais buscam ler, descobrir e debater.
Estou RADIANTE com a proporção que um blog tão humilde tomou, mas mais que radiante fiquei, ao ver que meu blog chegou a casa em países como:
Brasil, Portugual, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Grécia, Itália, Polônia e Arábia Saudita.
Se puderem, peço que continuem divulgando. Não por mim. Não tenho lucro nenhum com este blog. Mas pelo mundo! Pelos animais, pela vida, pelo conhecimento!
Meu método de agradecer é fazer o que vocês estão vendo. Refinar o blog, as cores, apresentação e assuntos.
Muito Obrigado!



I usually always say "thanks" for everything that everyone do for me.
But, thank isn't enough! I would like to do much more.
There is still much to improve and I count on your help.
Comment! Opine!
I just do what you are seeking more to read, discuss and discover.
I'm delighted with the proportion that a humble blog took , but much more radiant , seeing that my blog came home in countries like:
Brazil, Portugual, United States, Canada, Germany, France, Greece, Italy, Poland and Saudi Arabia.
If you could, ask them to continue spreading. Not for me. I have no profit with this blog. But the world! By animals, for life, for the knowledge!
My method to thank is to do what you are seeing. Refine your blog, colors, and presentation issues.
Thanks!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Felinos


Vim fazer uma pequena homenagem a esses seres de todo tipo de tamanho e cor. Seres muitas vezes mal compreendidos, dizendo que gatos não se apegam, não gostam de carinho e não ligam para as pessoas.
Nós que temos gatos, sabemos que só com sinceridade e carinho de verdade eles se abrem e DEIXAM a gente fazer parte da vida deles.




Gatos não são assim?^^



O "estraga-a-brincadeira"



Quem quer um em casa?



A relação com animais não deveria ser assim?





Para finalizar, um vídeo ja postado mas que fecha bem esta homenagem.
(Caso não consiga ler as legendas, assista no youtube. Vale MUITO à pena)






Este post é dedicado à: Caroline ( Vampira ) e Daniela Borali. Duas pessoas que me dão muito apoio ao blog, a quem devo grande parcela de um considerável "sucesso" que eu nem esperava e também idolatram gatos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Petição

Não tenho lá muito o que explicar.
No link, segue o site que está contribuindo para a petição e a explicação.
Em suma, querem mudar nosso código de defesa ambiental - que ja é terível - e vão piorar as coisas por aqui.
Por favor!!! Ajudem.
É 1 minuto da sua vida que pode influenciar uma decisão.

Ajude a natureza e assine aqui.